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Marina Elali

Nascida em Natal/RN, despertou muito cedo para as artes. Neta do Compositor Zé Dantas, parceiro de Luiz Gonzaga, atuou no coral e teatro da sua escola e aos 17 anos foi para os EUA estudar na BERKLEE COLLEGE OF MUSIC, onde se formou em canto. Participou da 3ª edição do FAMA, teve músicas nas trilha sonoras de O Clone, América, Páginas da Vida e Amazônia. Fez participações em filmes de Renato Aragão e Padre Marcelo Rossi. Recebeu seu 1° Disco de Ouro durante apresentação no Domingão do Faustão com quase 100 mil cópias já vendidas.

Vanessa da Mata

No início de março, Vanessa da Mata fez sua estreia no Carnaval de Salvador. A cantora subiu no trio elétrico como convidada especial de ninguém menos que Ivete Sangalo. Juntas, Vanessa e Veveta cantaram "Boa Sorte/Good Luck" e "Ai, Ai, Ai", ambas de Vanessa da Mata, e contagiaram os milhares de foliões presentes.

Jota Quest

Como Tudo Começou No início dos anos 90, mais precisamente 1993, o rock brasil começava a ferver novamente. Depois de alguns anos de um certo vazio ou de ressaca para alguns, bandas como os Raimundos, Planet Hemp e Skank começavam a despontar nacionalmente. Leia Mais...

Luan Santana

Conhecido pela música "Meteoro" que o projetou para o cenário musical no verão de 2009, Luan Domingos Santana ou Luan Santana, nascido no dia 13 de março de 1991, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, é um cantor e compositor brasileiro de música sertaneja. Luan já foi um dos artistas mais influentes nas redes sociais, de acordo com a Social 50 da Billboard, em 2011, ocupando o vigésimo sexto lugar, ao lado de nomes como Coldplay, Britney Spears e 50 Cent.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Potiguar dispensa o atacante Hudson e contrata Duduzinho, ex-Assú


Sábado, 13 de Fevereiro de 2016

- Buscando ajustar o elenco, o Potiguar realizou nesta quinta-feira (11), uma dispensa e uma contratação para a sequência do Campeonato Estadual.
Primeiro, o clube entrou em acordo com o atacante Hudson e o jogador não faz mais parte do elenco alvirrubro. O atleta havia disputado três partidas pelo time príncipe no Campeonato Estadual. O clube não revelou o motivo da dispensa.
Para compensar a saída de um atacante, o Potiguar foi ao mercado e recompôs o grupo com outro atleta para a posição. Assim, acertou com Duduzinho, de 26 anos, informou o site do clube.
Recentemente, o jogador havia sido campeão potiguar da segunda divisão pelo Assu, por quem atuou em seis jogos e marcou dois gols.
Duduzinho deve se apresentar ao técnico Bira Lopes na tarde desta sexta-feira (12), iniciando treinamentos visando o jogo do dia 21, em Mossoró, contra o ABC, partida que fecha a fase classificatório do primeiro turno do Estadual.
Nome: Alison Luis Daniel da Silva (DUDUZINHO)
Data de Nascimento: 14 de novembro de 1989 (26 anos)
Altura: 163cm
Clubes: Vilhena-RO, América de São José do Rio Preto-SP, Internacional de Limeira-SP, Santa Cruz-RN, Uberlândia-MG, União-MT, Cuiabá-MT e Assu-RN.

Fábio Oliveira/F9.net.br

Censo dos servidores do RN, do interior começa nesta segunda-feira (15)


Sábado, 13 de fevereiro de 2016

Destaque Secundario 3- A terceira etapa do Censo Cadastral Previdenciário destinada aos servidores ativos, aposentados e pensionistas do interior do Rio Grande do Norte terá início nesta segunda-feira, 15. Segundo o Governo do Estado, o recadastramento é obrigatório e realizado de forma presencial.
Os 16 municípios em que o servidor poderá realizar o recenseamento são Assu, Angicos, Apodi, Caicó, Ceará-Mirim, Currais Novos, Goianinha, João Câmara, Macau, Mossoró, Nova Cruz, Parnamirim, Pau dos Ferros, Santa Cruz, São Paulo do Potengi e Umarizal.
O recadastramento é um projeto piloto do Ministério da Previdência Social (MPS), financiado com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). No RN, os trabalhos são coordenados pela Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos (Searh) e pelo Instituto de Previdência dos Servidores Estaduais (Ipern).
Quem não atualizar os dados previdenciários terá pagamento da remuneração ou provento bloqueado a partir do mês imediatamente posterior ao final do Censo, que se encerra no dia 11 de março.
A lista com os locais de atendimento e documentos necessários para o Censo está disponível na internet. O servidor ativo, aposentado ou pensionista que não levar a documentação completa, inclusive a de seus dependentes caso possua, não poderá realizar o recadastramento.
DeFato

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Abuso sexual: como falar com as crianças?


Quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Escolas têm trabalhado a temática com os alunos durante as aulas – Foto Cedida
- De acordo com dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, a violência sexual é a quarta violação recorrente contra crianças e adolescentes no Brasil. Esse número foi feito com base no Disque 100, um serviço mantido pelo órgão governamental que registra e encaminha as denúncias.
Só nos três primeiros meses deste ano, 4.480 casos de violência sexual foram registrados.
O abuso infantil ocorre quando o agressor, por meio da força física, ameaça ou seduz, usa crianças ou adolescentes para a própria satisfação sexual.
Fora a exploração sexual de crianças e adolescentes com o objetivo de obter lucros, as denúncias também envolvem casos de pornografia infantil, grooming (assédio sexual na Internet), sexting (troca de fotos e vídeos de nudez, eróticas ou pornográficas), exploração sexual no turismo, entre outros.
Nos últimos anos, casos de exploração sexual de crianças e adolescentes têm sido amplamente divulgados na mídia, o que mostra que esses casos vêm se tornando frequentes. Para a psicóloga Tatiana Assunção, não é que tenham aumentado os casos, mas a divulgação aumentou, o que favorece para a tomada de ação por parte de pais e poder público. “Não é que o assédio infantil tenha aumentado agora. É que com a internet, isso ficou mais fácil. A internet contribui, facilita para que pessoas mal intencionadas encontrem as crianças, facilita para ela entrar em contato com as crianças e facilita também para que as pessoas que façam isso encontrem alternativas para ter contato com elas, usando um perfil diferente ou outra forma. A internet pode estimular quem já tem predisposição para cometer abuso”, disse.
O uso da internet por parte de adolescentes e até mesmo de crianças tem contribuído para uma maior exposição infantil. Assim crianças e adolescentes ficam vulneráveis a investidas de pessoas que buscam prazer na população infanto-juvenil.
De acordo com a psicóloga, o abuso infantil traz graves consequências para a vida da criança. Ela ressalta que antigamente isso também acontecia, mas todos se calavam, achando que não era crime. E a culpa acabava caindo para a criança.

Pais têm mais abertura para falar sobre tabus
Antigamente, os pais não tinham coragem de falar abertamente com os filhos sobre assuntos os quais consideravam “imorais”. Era um tabu. Com isso, as crianças cresciam, muitas vezes, sem orientação com relação ao corpo, à sexualidade e como se comportar diante de certas situações. Segundo Tatiana Assunção, hoje isso mudou, os pais já conseguem conversar mais com os filhos sobre sexualidade, orientando-os com relação ao seu comportamento. “Hoje os pais estão mais abertos com relação à sexualidade. Antes havia um tabu. Os pais têm que mostrar mesmo às crianças, orientá-las: ‘olhe, esse corpinho é seu, esse peito é seu. Se alguém tocar você tem que falar, tem que dizer à mamãe. Tenha cuidado, não deixe ninguém pegar, tocar, mostrar, que é íntimo e que não se pode tocar'”, ressalta a psicóloga, que reforça importância da presença dos pais na vida dos filhos.
Ela afirma que é preciso que os pais acabem o medo de conversar com os filhos. “A proximidade dos pais é importante. Uma conversa é muito importante. Os pais têm que parar de ter medo de falar sobre isso. Claro que com a criança pequena você não vai entrar em detalhes. Você vai falar na linguagem dela. Com o adolescente de 10, 11 anos, você pode avançar mais, porque eles já têm noção, veem isso na escola”, diz.

Escolas podem contribuir para combater os casos de abuso
Muitas vezes, em casos de abuso infantil, os pais acabam tendo uma parcela de culpa por não escutarem as crianças, achando que isso é invenção. “É preciso escutar o que a criança está dizendo. Será que não é verdade? Por que ela está dizendo isso? Tem casos que a criança fantasia. Isso somente o psicólogo pode dizer, mas os pais precisam escutar a criança”, salienta Tatiana Assunção.
Tanto os pais quanto a escola podem contribuir para que o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes deixe de existir.
Para a psicóloga, é preciso que os pais conversem com os filhos, deem abertura para que possam ouvir as crianças e assim poderem orientá-las. “Se eles perceberem que o filho está comentando alguma coisa, é chegar e conversar. Isso vai dar abertura para conversar. Os pais têm que ficar alerta. A criança está intimidada, não quer mostrar o corpo… A criança se tranca, fica mais calada, evita ir para a casa de um tio, de alguém… mudança de comportamento da criança não é normal. Geralmente, elas se tornam mais introspectas, começam a evitar pessoas. Aí é hora de os pais buscarem saber o motivo dessa mudança”, diz.
Com relação à escola, Tatiana orienta que as instituições devem orientar por meio de palestras, chamar os pais para conversar sobre isso, chamar profissionais para conversar, para orientar os pais menos informados. “Muitas vezes eles não entendem que tem que escutar a criança. O que a escola pode fazer é com os pais. Se for fazer alguma campanha na escola é com os adolescentes. Mais do que a escola, são os pais mesmo. Eles precisam estar próximos, acompanhar”, ressalta.

Como diferenciar abuso de carinho?
Muitas vezes, a fronteira entre abuso e carinho não fica bem definida. Até onde vai o carinho, um abraço, um cheiro? Quando isso se torna um assédio e, muitas vezes, a criança não se dá conta nem os pais prestam atenção?
A psicóloga reforça a presença dos pais na vida dos filhos para que eles observem como os filhos saio tratados pelos vizinhos e até por membros da família, já que o assédio de pessoas próximas tem sido bastante divulgado. Diferenciar carinho de assédio é mais delicado. Quanto mais os pais tiverem próximos é melhor para observar isso. Se você vê que é um carinho que está tocando em partes íntimas, isso não pode. Os pais devem orientar a criança que ninguém pode tocar naquela parte do corpo. A quebra do tabu sobre a sexualidade vai facilitar bastante para diferenciar carinho de assédio.
Orientar que se for alguém de fora não precisa estar alisando, beijando”, ressalta.
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