A presidenta Dilma Rousseff divulgou, há pouco, nota em que diz ter
recebido, com “profundo pesar e indignação”, a notícia do “sangrento e
intolerável atentado terrorista” à redação do jornal satírico francês
Charlie Hebdo, nesta quarta-feira (7), em Paris.
Ao todo, foram 12 mortos e 11 baleados, sendo que 4 estão em estado grave.
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“Esse ato de barbárie, além das lastimáveis perdas humanas, é um
inaceitável ataque a um valor fundamental das sociedades democráticas - a
liberdade de imprensa”, afirma a presidenta na nota.
Na mensagem, Dilma presta condolências aos parentes das vítimas do
atentado e expressa também ao presidente da França, François Hollande, e
ao povo francês, a solidariedade de seu governo e da nação brasileira.
Segundo o mais recente balanço oficial, 12 pessoas pessoas morreram e
11 foram baleadas, sendo 4 em estado grave no ataque à redação do
jornal. Por volta das 11h30 (horário local), dois homens armados
entraram na sede do Charlie Hebdo, no 11º arrondissement (bairro) de
Paris.
No local, houve troca de tiros entre os autores do atentado e as forças
de segurança, relatou uma fonte próxima da investigação à agência de
noticias France Presse. Segundo testemunhas citadas por uma fonte
policial, os homens encapuzados que atacaram a redação gritaram
“vingamos o profeta”.
O presidente francês, François Hollande, foi para o local e classificou o “ataque terrorista” de “extrema barbárie”.






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