Os cortes feitos pelo novo presidente do Tribunal de Justiça do Rio
Grande do Norte, desembargador Claudio Santos, deixou os servidores
revoltados. Em assembléia realizada no Fórum Municipal Miguel Seabra
Fagundes, em Natal, na manhã deste sábado, decidiram votar indicativo de
greve quarta-feira 14.
A assembléia geral dos servidores da justiça para decidir pela greve ou
não será iniciada às 9h em frente ao Tribunal de Justiça do Estado, no
mesmo momento que o Pleno do TJRN volta a se reunir, provavelmente para
aprovar ou não as medidas adotadas pelo novo presidente.
Além de votar o indicativo de greve, com auxilio de dois escritórios de
advocacia, os servidores vão ingressar com três medidas judiciais
(mandados de segurança) contra as decisões de cortes das gratiricações
do presidente do TJRN Cladio Santos em instâncias superiores.
A convocação partiu do Sindicado dos Servidores do Poder Judiciário do Rio Grande do Norte (Sisjern).
Veja quais foram os cortes feitos pelo novo presidente do TJ
Segundo Bernardo Fonseca, presidente do SISJERN, os servidores estão
revoltados porque o desembargador Claudio Santos cortou as gratificações
deles e não fez o mesmo com os magistrados. Se observado bem, instalou o
causo, pois não tem mais diretor de secretaria nas varas.
Quem vai assinar os mandados?
Uma das cogitações dos servidores da justiça, caso o novo presidente do
Tribunal de Justiça não devolva as gratificações aos seus salários, é
uma greve geral, conforme ficou decidido hoje, 10. Esta possibilidade
será votada quarta-feira, 14, da próxima semana.
A assembléia dos servidores hoje contou com mais de 50% dos servidores da justiça do Rio Grande do Norte.
A assembléia geral também conta com representantes dos servidores das
regiões de Mossoró, Seridó, Vale do Açu, Central e Alto Oeste. Foram em
caravana. Segundo os líderes do movimento, o rombo nas contas do
Tribunal de Justiça não está só nas gratificações dos servidores.
Perseguição
Os servidores lembram que Claudio Santos quando era secretário de
Segurança perseguiu os policiais civis em militares e como desembargador
aplicou duras multas no Sinpol, sendo todas derrubadas em instâncias
superiores. Alegam que o desembargador não gosta de servidores.
DeFato






0 comentários:
Postar um comentário